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Polêmica dos adoçantes: segundo a OMS, quais são recomendados?



Há alguns dias atrás, a Organização Mundial da Saúde divulgou um relatório revelando que o adoçante sem açúcar não deve ser utilizado como substituto do açúcar para perda de peso. Isso vai totalmente contra a crença popular que acredita nos benefícios desse uso.


Ao contrário do que se pensa, o uso constante desses produtos não traz benefícios à saúde. Inclusive, ele pode aumentar as chances de uma pessoa desenvolver diabetes do tipo 2 ou doenças cardiovasculares. Além disso, não têm valor nutricional, é o que explica o diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, Francesco Branca.


Quais produtos não são indicados?

Existem diversos tipos de adoçantes no mercado, a maioria está na lista dos desaconselhados. Sacarina, neotame e advantame estão no relatório. Além deles, o aspartame também já não é mais indicado por ser cancerígeno. Nem mesmo a sucralose, amplamente usada, é aconselhada.

Seguindo, o conhecido como mais saudável, Stevia, também foi desmascarado e faz parte dos não aconselhados, mesmo sendo caro em muitos lugares. Porém, nem tudo está perdido, o órgão mundial não aplicou críticas aos açúcares de baixa caloria nem ao álcool de açúcar.


O que usar no lugar dos adoçantes?

Primeiramente, é importante ressaltar que a OMS só aconselha que o açúcar venha de fontes frutíferas, sem a procura de outros doces. Mas, para quem quer menos riscos ao adoçar os alimentos, o eritritol é uma boa opção. Ele é consideravelmente barato e tem 70% da capacidade de adoçar em comparação à sucralose.

Além dele, podem ser usados o açúcar mascavo, com nutrientes, o xilitol e até mesmo o mais antigo doce conhecido, que é natural e cheio de nutrientes e benefícios, o famoso mel.


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