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E quando há histórico de câncer de mama na família?



Ter câncer de mama deve ser um dos maiores medos femininos. Quem não tem nenhuma parente com a doença pode sofrer deste mal, mas, quem tem mãe, irmã, avó, tia ou prima que passou pelo problema precisa ficar ainda mais atenta, porque a herança genética é uma das causadoras da doença – essas mulheres estão nos chamados “casos de risco”, que são aqueles em que já há essa predisposição genética.


Todas as mulheres precisam fazer ultrassom mamária da primeira consulta ginecológica – realizada, em geral, na primeira menstruação – até o final da vida. Na faixa dos 40 anos, iniciam-se as mamografias associadas, uma vez ao ano.


Nos casos de risco, porém, a mamografia deve ser iniciada dez anos antes do aparecimento do câncer na parente, ou seja, se sua mãe (ou avó, tia, prima, irmã) teve câncer aos 35 anos, você deve fazer a primeira mamografia aos 25 anos. Não é uma regra, nem todas as mulheres cujas parentes tiveram câncer o terão. Mas, é preciso prevenir, porque tumores detectados precocemente têm grande chance de cura.


O diagnóstico correto e precoce é fundamental para que o tratamento adequado seja adotado. Vale lembrar que somente a mamografia e o ultrassom são capazes de detectar com maior eficácia, pois o autoexame ajuda a descobrir apenas tumores grandes.


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